
Com base na referência Um Computador por Aluno: a experiência brasileira. – Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, 2008.
“No Brasil, os objetivos do pré-piloto do projeto Um Computador por Aluno concentraram-se no teste das máquinas, com vistas a subsidiar a definição dos padrões tecnológicos das futuras aquisições e a construir princípios pedagógicos para a implantação da etapa seguinte, quando se fará uma experimentação em maior escala. Contudo, é oportuno e recomendável que o governo se permita continuar usufruindo da riqueza dessas experiências iniciais e se aproprie efetivamente de seus resultados, mesmo após o início da Fase 2 do UCA.
A amostra do piloto a ser implementado em 2008 será de escolas com, no máximo, quinhentos alunos. O critério visa possibilitar a adoção plena do paradigma Um para Um, assumindo a condição que os idealizadores da OLPC entendem ser decisiva para o grande salto na melhoria da educação, evitando problemas de eqüidade dentro da própria escola. O objetivo, portanto, é fazer a imersão total da escola nessa tecnologia, como defende Seymour Papert.”
O Prouca ainda é um teste e como todo teste apresenta inúmeras limitações que o Projeto fase 2 deverá solucionar. É preciso refletir se o UCA é uma realidadade plausível para as todas as escolas brasileiras e mais ainda quais seriam as “soluções” para a real implementações do UCA nas escolas brasileira, (para a real consecução dos objetivos do programa)?
