sábado, 27 de novembro de 2010

Refletindo um pouco mais sobre o ProUCA



Com base na referência Um Computador por Aluno: a experiência brasileira. – Brasília: Câmara dos Deputados, Coordenação de Publicações, 2008.

“No Brasil, os objetivos do pré-piloto do projeto Um Computador por Aluno concentraram-se no teste das máquinas, com vistas a subsidiar a definição dos padrões tecnológicos das futuras aquisições e a construir princípios pedagógicos para a implantação da etapa seguinte, quando se fará uma experimentação em maior escala. Contudo, é oportuno e recomendável que o governo se permita continuar usufruindo da riqueza dessas experiências iniciais e se aproprie efetivamente de seus resultados, mesmo após o início da Fase 2 do UCA.

A amostra do piloto a ser implementado em 2008 será de escolas com, no máximo, quinhentos alunos. O critério visa possibilitar a adoção plena do paradigma Um para Um, assumindo a condição que os idealizadores da OLPC entendem ser decisiva para o grande salto na melhoria da educação, evitando problemas de eqüidade dentro da própria escola. O objetivo, portanto, é fazer a imersão total da escola nessa tecnologia, como defende Seymour Papert.”

O Prouca ainda é um teste e como todo teste apresenta inúmeras limitações que o Projeto fase 2 deverá solucionar. É preciso refletir se o UCA é uma realidadade plausível para as todas as escolas brasileiras e mais ainda quais seriam as “soluções” para a real implementações do UCA nas escolas brasileira, (para a real consecução dos objetivos do programa)?

5 comentários:

Anônimo disse...

Diana,

Acredito que uma das soluções seria a de investir em profissionais qualificados para estar trabalhando com esse material em sala de aula.

É importante também possibilitar um acesso a internet de qualidade para que o programa não passe de um projeto onde se "jogam" os computadores na escola e a coordenação que se responsabilize.

Entre outras soluções, eu acho que estas duas são de grande importância, pois atingem diretamente o aluno.

:)

Karina Luiza disse...

Não basta colocar um computador para cada aluno na escola, é preciso qualificar os professores e adequar o uso do computador de acordo com o conteúdo ministrado, senão teremos um computador por aluno para aulas de joguinhos virtuais.

Gláucia Lamarc disse...

Cosmeticos Express = Glaucia Lamarc

Júlia disse...

Como colocado acima o programa ainda está em fase de teste. Frente a isso, acredito que além de disponibilizar bons recursos físicos (laptops, internet etc.) e promover a qualificação de professores como foi mencionado pelas colegas, também é necessário a realização de avaliações contínuas a fim de diagnosticar dificuldades e a partir daí encontrar soluções que viabilizem melhor eficiência do programa para que, assim todas as escolas brasileiras possam receber o projeto de forma a melhorar a qualidade de ensino e aprendizagem.

Diana disse...

É verdade Júlia a avaliação de um programa é parte essencial de seu desenvolvimento, quando se fala de avaliação é preciso ter em mente que é apartir dela que se terá a melhora do programa.
No documento Formação Brasil, tem um pequeno tópico que fala sobre avaliação onde serão consideradas nessa avaliação:
Mudanças dos gestores em relação ao gerenciamento dos tempos e espaço das escolas, professores e alunos, favorecendo as ações da formação; e mudanças qualitativas nos processos de ensino e aprendizagem, com a entrada natural e freqüente do laptop integrado as demais tecnologias existentes na escola.
Esse 2 pontos são os que chamam minha atenção, contudo vejo que a proposta de avalição ainda é muito superficial.

Postar um comentário